Um enfermeiro auxiliando um homem em reabilitação a caminhar


AVC: a importância da reabilitação imediata


A reabilitação deve começar o mais cedo possível


Em 2015, mais de 100 mil brasileiros foram vítimas fatais de derrame. O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a segunda causa de morte no país e a primeira causa de incapacidade, segundo os últimos dados do Ministério da Saúde.


Há um consenso entre os especialistas: a imensa maioria dos casos poderia ser evitada com mudanças no estilo de vida. O controle da hipertensão – que inclui rever a dieta e praticar atividade física moderada regularmente -; controlar o diabetes – que também inclui se exercitar, rever a dieta e monitorar a glicemia várias vezes ao dia -; emagrecer – isso vale para quem tem sobrepeso ou é obeso -; parar de fumar, reduzir a ingestão de bebidas alcoólicas e reduzir a quantidade de sal ingerido estão entre as medidas que comprovadamente reduzem as chances de alguém ter um acidente vascular cerebral.


O derrame é uma doença incapacitante. O quanto ele afetará a vida da pessoa depende de uma série de fatores. O tempo que se passou até que a pessoa recebesse atendimento médico é um deles. No caso de AVC em que há rompimento de vasos no cérebro, quanto mais cedo a pessoa for atendida, menores as chances de ela ter sequelas. No caso em que não há extravasamento de sangue, o atendimento deve ser feito até três horas depois, para que as lesões no cérebro não sejam tão comprometedoras.


Outro fator que vai determinar o quanto o AVC vai incapacitar a pessoa é a região do cérebro que foi afetada e a extensão daquela região que foi comprometida. Isso quer dizer que nenhum AVC é igual ao outro. Uma pessoa pode ficar com a fala e os movimentos comprometidos, enquanto outra pode ter quase nenhum comprometimento.


O que também é consenso é: quanto mais cedo se iniciar um trabalho de reabilitação, maiores as chances de o paciente reconquistar algumas (ou várias) de suas capacidades físicas, motoras e de fala. Entretanto, logo após o AVC, a prioridade, claro, é manter a pessoa estável para que ela não corra o risco de ter um segundo derrame, algo que não é tão incomum assim. E também, cuidar para que o impacto do derrame sobre o organismo não a coloque em perigo de morte.


Geralmente, os médicos recomendam que a reabilitação se inicie ainda no hospital, entre 24 e 48 horas após o AVC. Por quê? Porque as células cerebrais têm a incrível capacidade de formar novas conexões, mas por tempo limitado. É como se algumas partes do cérebro que são saudáveis passassem a tomar o controle da situação, compensando aquela que foi afetada.


A capacidade de as células cerebrais formarem novas conexões é ativada pela repetição, ou seja, se uma pessoa ficou com dificuldade de movimentar um dos braços após o AVC, quanto mais ela exercitar aquele membro, mais ela fortalecerá as conexões cerebrais que controlam o movimento dele. Com o tempo, a tendência é de os movimentos melhorarem significativamente.


O objetivo da reabilitação é ajudar quem foi afetado a recuperar capacidades que foram perdidas parcial ou integralmente e ganhar o máximo de independência possível, a fim de ter melhor qualidade de vida.

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