Uma pessoa idosa calçando um par de sapatos mocassim na cor preta


Sapatos para diabéticos: quando devo utilizar?

Você precisa de sapato para diabéticos?


A diabetes descontrolada pode causar uma série de problemas. Praticamente nenhum deles surge do dia para a noite, mas, se não houver controle dos níveis de açúcar sanguíneos, muitas complicações podem surgir ao longo dos anos.


Uma delas são os danos a nervos e vasos sanguíneos que irrigam o pé. Por isso, diabéticos têm mais chance de desenvolver úlceras e dano nos nervos dos pés, condição chamada de neuropatia. Segundo o Grupo de Trabalho Internacional para o Pé Diabético, a cada ano, o número de novos casos de feridas nos pés é de 2%. Ao longo da vida, o diabético tem uma chance entre 15% e 25% de desenvolver ulcerações nos pés. Não por acaso, eles estão entre o grupo que mais tem de fazer uma amputação.


Por isso, tomar cuidado recobrado é quase que uma obrigação de quem convive com a doença. Entre as muitas recomendações, está a de usar um sapato feito especialmente para o diabético. Mas será que você precisa mesmo?


Como é o calçado


Sapatos para diabéticos são muito mais macios e maleáveis do que os convencionais. Além disso, possuem uma ponteira mais larga, feita para não apertar os dedos.


A ideia de usar esse tipo de calçado é prevenir complicações que podem ocorrer no futuro, como úlceras, calos, bolhas e rachaduras na sola dos pés. Eles geralmente possuem palmilhas macias e são mais fundos, permitindo o encaixe de palmilhas sem que o sapato fique apertado.


Por isso, ajudam a aliviar a dor de quem desenvolveu calo, por exemplo, o que também acaba sendo um estímulo para que o doente continue caminhando sem sofrimento. Qualquer tipo de atividade física, mesmo uma caminhada, é essencial para o controle da doença.


Mas nem todo diabético precisa fazer uso deles. Quem mantém a glicemia sob controle, dificilmente precisará de um desses, a menos que o doente não tenha conforto usando calçados convencionais.


Geralmente, eles são recomendados para quem desenvolveu algumas dessas condições:


  • tem uma deformidade de nascença nos pés ou um deformidade que surgiu por algum outro motivo
  • tem problema de circulação nas pernas e pés
  • precisou amputar parcialmente um dos pés
  • já apresenta neuropatia, que leva à perda progressiva de sensações nos pés. Para uma pessoa comum, qualquer problema no calçado é razão para que ela se livre deles. Para um diabético com neuropatia periférica, esse incômodo passa desapercebido e um simples machucado pode transformar-se em uma úlcera sem que ele se dê conta
  • já teve uma úlcera nos pés
  • já teve um calo que se transformou em uma úlcera



Claro, apenas o uso do sapato não é suficiente para evitar lesões que possam se transformar em uma úlcera ou em uma infecção descontrolada. Os cuidados com os pés envolvem uma série de outras atitudes, sendo a mais importante delas manter a glicemia dentro da faixa-alvo recomendada pelo médico.

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