um idosos com a mão esquerda no rosto, à altura dos olhos


Ferida crônica em diabéticos e acamados

Você corre o risco de ter uma ferida crônica?


A população brasileira – e do mundo – está envelhecendo. Esse é um fato inegável. Só para que se tenha uma ideia, pesquisa do IBGE divulgada no final de 2017 apontou que entre 2012 e 2016 o grupo com mais de 60 anos cresceu 16%, enquanto o número de jovens entre 0 e 13 anos caiu 6,7%.


Com essa perspectiva em mente, deveremos esperar mais casos de pessoas com feridas que levam meses, até anos, para cicatrizar ou simplesmente não cicatrizam. Ainda não se sabe exatamente por que, mas a velocidade de cicatrização cai bastante com a idade. Os médicos consideram que uma ferida é do tipo crônica quando ela não cicatriza em até 8 semanas. Feridas crônicas têm um enorme impacto sobre a qualidade de vida.


Além dos idosos, o grupo que mais corre o risco de ter feridas crônicas é o dos diabéticos. As úlceras do pé diabético são a complicação mais frequente de quem convive com a doença, levando a infecções que podem causar amputações e mesmo morte. Um estudo mostrou que a presença de uma úlcera desse tipo aumenta o risco de morte do diabético em 47%!


Quem mais?


Além da diabetes, problemas circulatórios são uma importante causa de feridas que não cicatrizam. Pessoas com má circulação – por exemplo, que sofrem de doença periférica arterial, têm um estreitamento de suas veias geralmente por causa do acúmulo de gordura nos vasos sanguíneos, a chamada aterosclerose.


Com vasos mais finos, fica difícil de o oxigênio e de nutrientes chegarem principalmente aos membros inferiores e pés, daí as feridas cicatrizarem mais lentamente quando a circulação não é boa.


Outras desordens podem afetar as veias das pernas. A chamada insuficiência venosa acontece quando as válvulas localizadas nas veias das pernas, que deveriam fechar quando o sangue é bombeado de volta ao coração, impedindo que ele retorne em direção aos pés, não conseguem mais fechar totalmente. Com isso, o sangue retorna aos membros inferiores, ficando acumulado ali, distendendo as próprias veias, que ficam “inchadas” (a famosa varize).


A insuficiência venosa é uma das causas de feridas crônicas nas pernas e nos pés, pois, com veias mais largas, o sangue passa a não circular como deveria, afetando a chegada de oxigênio e nutrientes aos tecidos desses locais. Sem esses combustíveis, uma ferida não consegue cicatrizar.


Sistema imune fraco


Pessoas cujo sistema imune foi enfraquecido por algum motivo – uma doença como o câncer, por exemplo – também estão mais suscetíveis a terem problemas de cicatrização.


Idosos e outras pessoas que precisam passar um longo tempo acamados ou mesmo não têm condição de sair de uma cama ou de uma cadeira de rodas são outro grupo com grande risco de desenvolver feridas crônicas. A pressão exercida pelo corpo sobre a cama leva ao desenvolvimento de um tipo de úlcera chamada de úlcera por pressão. Elas são muito difíceis de tratar justamente não é possível modificar a causa – o acamamento.


Prevenção


É possível reduzir as chances de feridas crônicas. Primeiro, fazendo o controle da glicemia, no caso dos diabéticos. Já pessoas com insuficiência venosa devem usar meias de compressão, que melhoram tremendamente a circulação sanguínea, fazendo com que fique mais fácil para uma ferida cicatrizar.


Já os pacientes acamados ou pessoas com necessidades especiais podem fazer uso de colchões com pressão alternada ou almofadas especiais, que reduzem a pressão sobre áreas propensas a ficar machucadas (próximas de ossos como o do cóccix, por exemplo).


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