Duas mãos, a direita segurando uma fita para medir glicemia e a esquerda com o dedo indicador furado com uma gota de sangue, ao fundo um aparelho medidor de glicose.


Diabetes: o que é e como tratar?


O que é Diabetes?


Mais de 16 milhões de brasileiros têm diabetes, segundo levantamento feito pela Sociedade Brasileira de Diabetes no ano de 2017. O dado é alarmante. Outra pesquisa, divulgada também em 2017 pelo Ministério da Saúde, aponta ter havido um crescimento de 61,8% no número de diagnosticados entre 2006 e 2016, inclusive entre crianças e adolescentes. De acordo com a Federação Internacional de Diabetes, trata-se da doença crônica de crescimento mais rápido no mundo e a principal causa de cegueira, insuficiência renal, amputações e problemas cardiovasculares, como insuficiência cardíaca.


Afinal, o que é diabetes?


Diabetes é uma doença crônica incurável, resultante da incapacidade do corpo de produzir insulina ou de fazer bom uso da insulina que ele produz. 

Toda vez que nós comemos, os alimentos passam pelo sistema digestório, onde serão quebrados em substâncias mais simples, que serão aproveitadas pelas células. Uma dessas substâncias é a glicose, a principal fonte de energia de nossas células.

A glicose, que nada mais é do que um tipo de açúcar, precisa de ajuda para penetrar nas células, aqui entra a insulina, um hormônio fabricado pelo pâncreas, que funciona como uma espécie de chave, permitindo que ela adentre as células do corpo. Se não houver insulina, se sua produção for baixa ou a que é fabricada não funciona direito, a glicose fica circulando e se acumulando na corrente sanguínea. É por isso que diabéticos têm níveis de açúcar no sangue anormalmente altos.

Há diversos tipo de diabetes, mas os mais comuns são o tipo 1, que ocorre quando o corpo não consegue produzir suficientes quantidades de insulina (às vezes, não produz mais nenhuma), e o tipo 2, quando o corpo até produz insulina, mas ela não funciona como deveria.

Embora os dois tipos tenham um componente genético (se você tem um parente próximo na família, como pai ou mãe diabéticos, as chances de você vir a desenvolver a doença crescem bastante), o tipo 1 é uma doença autoimune que leva o organismo a destruir, por engano, as células produtoras de insulina. Também chamada de diabetes juvenil, ela normalmente é diagnosticada em bebês e crianças e corresponde a mais ou menos 10% dos casos.

Já a diabetes tipo 2, ou não insulino-dependente (o corpo até produz insulina, embora em quantidades bem mais baixas ou “falhas”), corresponde à imensa maioria dos casos. A diabetes tipo 2 está ligada à obesidade e à longevidade (por isso ela também é chamada de diabetes senil). Ao contrário do tipo 1, o tipo 2 pode ser evitado com a prática de atividade física, o controle do peso e a adoção de uma alimentação saudável.

Há, ainda, um tipo particular de diabetes, que costuma aparecer no terceiro trimestre de gravidez: a diabetes gestacional. Essa é uma variedade bem especial, visto que boa parte das vezes ela desaparece após o parto. Isso não quer dizer que a mulher fique livre do risco, pois ela tem uma chance aumentada de desenvolver diabetes tipo 2 cerca de 10 a 20 anos após o parto.


LADA, MODY: não tão conhecidas


A diabetes LADA e a MODY são menos conhecidas pela população, pois são mais raras. A LADA, ou diabetes latente autoimune do adulto, também chamada popularmente de diabetes 1,5, mescla características dos dois tipos anteriores. Diferentemente do tipo 1, que aparece na infância, a LADA aparece na vida adulta, geralmente entre os 35 e os 50 anos de idade. Como tem um desenvolvimento inicial mais lento, por vezes ela é confundida com o tipo 2.

A MODY, traduzida em português como diabetes juvenil de início tardio, também leva à produção de uma insulina “falha” , mas por conta de uma mutação genética que pode afetar diferentes genes. Geralmente, ela é diagnosticada em pessoas abaixo de 25 anos e não necessariamente o doente terá de fazer uso de insulina.

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